O plano turístico chinês de 2026–2030 estabelece a meta de 190 milhões de visitas receptivas anuais até 2030. Para agências brasileiras, isso sinaliza prioridade pública para entrada, consumo e intercâmbio, mas não garante demanda para qualquer roteiro.

O que a meta representa

O anúncio de 8 de julho de 2026 coloca o turismo receptivo entre as frentes de desenvolvimento do novo período de cinco anos. Deve estimular facilitação, oferta e promoção internacional.

A meta é nacional e futura. Não deve ser convertida em previsão de faturamento de uma agência específica.

Produtos com melhor diferenciação

Além de Pequim–Xi’an–Xangai, há espaço para Rota da Seda, cultura do chá, tecnologia, turismo sênior, viagens corporativas e combinações China Plus. O conteúdo de 23 de agosto também aponta crescimento de pequenas cidades, áreas rurais e estadias longas.

O mercado brasileiro precisa de português, refeições equilibradas, ritmo de grupo, bagagem planejada e suporte desde o desembarque.

Plano B2B

Comece com datas, tamanho de grupo e padrão de hotel definidos. Solicite tarifas net, política de cancelamento e responsabilidades de cada parte.

Use conteúdo educativo para reduzir dúvidas sobre visto, pagamentos e transporte. A oportunidade está em transformar complexidade local em serviço confiável.

Perguntas frequentes

190 milhões significa turistas brasileiros?

Não. É uma meta nacional de visitas receptivas totais até 2030.

Qual produto brasileiro deve vir primeiro?

Depende do canal e público; circuitos clássicos bem operados são a base, com extensões diferenciadas depois.

Fontes oficiais consultadas

Consulta realizada em 28/08/2026. Reconfirme as regras antes da viagem.

  1. Gobierno de China — plan turístico 2026–20308 jul 2026
  2. Gobierno de China — tendencias del turismo receptivo de verano23 ago 2026